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EDUCAÇÃO

ATUAÇÃO

O foco dado ao ensino superior não foi equiparado por uma mesma atenção na educação básica. Embora a taxa de analfabetismo tenha se reduzido ao longo dos oito anos dos últimos governos (de 11,8% dos brasileiros acima de 15 anos em 2002 para 8,6% em 2011), o Brasil seguiu ocupando as últimas posições nos rankings internacionais de educação, em avaliações como o Pisa (sigla em inglês para Programa Internacional de Avaliação de Estudantes).

A Educação básica precisa ser prioridade nas discussões do Congresso Nacional. Os brasileiros só terão mais acesso a oportunidades quando o país investir efetivamente em um ensino básico de qualidade. Somente a educação é capaz de formar gerações mais conscientes e cidadãos capazes de construir um Brasil igualitário, com indivíduos independentes e protagonistas da mudança que tanto desejamos.

DESCENTRALIZAÇÃO
DO ENSINO PÚBLICO

As políticas educacionais carecem de uma descentralização. O Brasil é um país continental e é preciso dar maior autonomia aos estados e municípios para que criem suas políticas públicas de forma autônoma. A grade curricular das unidades públicas de educação deve estar de acordo com a realidade regional, levando em conta suas histórias, cultura e costume próprios. Isso garante a sensação de orgulho e pertencimento.

VALORIZAÇÃO

DOS PROFESSORES

Valorizar os professores é condição fundamental para a melhoria da escola pública, e deve integrar as políticas públicas. Há décadas, várias medidas vêm sendo tomadas pelo Governo Federal, seguido pelos governos estaduais e municipais, para avançar na solução do problema. Criaram-se exames nacionais de avaliação do estudante, construíram-se escolas, reformulam-se currículos, etc. No entanto, uma peça-chave do processo é sempre deixada de lado: o professor. Num ranking internacional sobre a valorização social do professor, o Brasil ficou no penúltimo lugar.

É fundamental que os planos de educação orientem a instituição de planos de carreira para os profissionais da educação, abrangendo os elementos essenciais na valorização profissional, que são: salário digno, carreira atraente, jornada compatível com os afazeres escolares, inclusive para garantir a presença de todos os profissionais em cursos de formação inicial e continuada e no processo de elaboração e condução dos projetos político-pedagógicos das escolas.