Rosana Valle é relatora de projeto que regulamenta profissão do futuro

A deputada federal, Rosana Valle (PSB/SP), foi indicada para ser relatora de um projeto que regulamenta uma das profissões do futuro, o gerontólogo. Como relatora, a deputada tem a função de apresentar um parecer na Comissão de Defesa dos Direitos do Idoso (Cidoso).


Cada vez mais necessária, devido à baixa taxa de natalidade e longevidade da população mundial, a gerontologia é a ciência que estuda os processos de envelhecimento, com atenção às necessidades físicas, emocionais e sociais que surgem com a idade.


O Projeto de Lei 9003/2017 regulamenta o exercício da profissão de gerontólogo, institui o Dia Nacional do Gerontólogo (24 de março) e dá outras providências.


O curso de bacharelado, de quatro anos, que existe desde 2005 na USP e em outras universidades do país, forma profissionais capacitados a promover ações, espaços e serviços para essa parcela da população.


A profissão foi reconhecida pelo Ministério do Trabalho em 2015, o que significa uma formalização da prática, mas ainda é necessário que haja a regulamentação pela Presidência da República.


Rosana, que é titular e vice presidente da Comissão do Idoso, se reuniu nesta sexta-feira (24), com membros do curso da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) e da Associação Brasileira de Gerontologia.


O autor do PL é o senador Paulo Paim (PT/RS), o texto já passou pelo senado e agora será apresentado na Comissão do Idoso. O caminho, depois, é seguir para outras comissões. Se aprovada, não precisará passar por plenário.


De acordo com Eva Bettine, presidente da Associação Brasileira de Gerontologia, o envelhecimento já deveria ter sido pensando como um todo. "Os profissionais dessa área podem fazer frente a esse cenário. Queremos preparar a população para um envelhecimento saudável. Confiamos que a deputada possa levar esse sentimento e transformar em uma ação positiva na regulamentação da profissão", explica.


Os gerontólogos podem trabalhar em operadoras de saúde, conselhos municipais do idoso, hospitais, como docentes em universidades da terceira idade, pesquisas na área do envelhecimento, entidades do terceiro setor e muitos outros locais.


Para Letícia Guarisco, vice chefe do departamento de gerontologia da Ufscar e fonoaudióloga, as nova profissões surgem com novas demandas da sociedade. "Foi assim que a fono, na década de 80, foi regulamentada. Acredito que o gerontólogo não veio sobrepor outras profissões, mas ocupar uma lacuna que vem se destacando nos últimos anos", esclarece.


O olhar do estudante


Maria Carolina Santos, estudante do segundo ano, é presidente da liga de gerontologia e vê a profissão como um caminho para o bem estar do idoso. "Além do envelhecimento populacional, precisamos de pessoas que olham para o idoso como um todo, não só em parcelas. Observando a saúde com um olhar biopsicossocial, visando uma melhor qualidade de vida. O gerontólogo tem essa visão holística", opina.


Alice Louise Rosa, representante geral de curso, está no quarto ano e vê na regulamentação a possibilidade dos profissionais progredirem. "Caso o PL seja aprovado, será um grande auxílio para chegar às áreas públicas. Falta esse profissional nas áreas sociais e de saúde. Por meio dessa regulamentação conquistaremos o respeito no mercado de trabalho. Não queremos sobrepor, mas somar em uma equipe multi disciplinar", finaliza.




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